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Dólar fecha em alta de 0,6%, a R$ 5,35; Bolsa fica praticamente estável

Do UOL, em São Paulo*

02/07/2020 17h10

O dólar comercial teve alta de 0,6% e fechou o dia de hoje (2) cotado a R$ 5,350 na venda. O Ibovespa, principal índice da Bolsa Brasileira, terminou o pregão praticamente estável, com alta de 0,03%, a 96.234,96 pontos.

Ontem (1º) a moeda norte-americana tinha caído 2,24%, negociada por R$ 5,318, enquanto a Bolsa teve alta de 1,21%

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Recuperação econômica nos EUA

O dólar oscilou durante a manhã e no início da tarde, firmando a alta a partir das 14h. Dados melhores do mercado de trabalho nos EUA deram suporte à moeda.

A criação de vagas de trabalho fora do setor agrícola dos EUA chegou a 4,8 milhões em junho, mostrou um relatório mensal do Departamento do Trabalho do país nesta quinta-feira. Esse foi o maior salto desde que o governo começou a manter registros, em 1939, e ficou acima da expectativa de ganho de 3 milhões de vagas em pesquisa da agência de notícias Reuters.

"O dado reforça a tese de recuperação mais acelerada da economia norte-americana ao longo do final do segundo trimestre", avaliou Felipe Sichel, estrategista-chefe do banco modalmais. "Este fenômeno está intimamente relacionado à reabertura da economia."

Possível vacina para a covid-19

Foram bem recebidas pelo mercado notícias de testes iniciais com humanos de uma vacina produzida pela Pfizer e pela BioNTech.

Ainda assim, havia riscos para o lado negativo. Temores sobre uma segunda onda de infecções por covid-19 continuam no radar dos investidores, assim como as tensões entre Estados Unidos e China.

Número da indústria no Brasil

No Brasil, a produção da indústria voltou a apresentar aumento em maio, mas ainda insuficiente para recuperar as perdas registradas em março e abril devido às paralisações por conta do coronavírus.

Juros baixos e incertezas políticas e econômicas locais continuam sendo fatores de pressão para a moeda brasileira.

*Com Reuters

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

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