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Daniela Lima fala sobre ataques e fake news no 'Jornalistas e Etc.'

Daniela Lima - Jornalistas e Etc.  - Arte - UOL
Daniela Lima - Jornalistas e Etc. Imagem: Arte - UOL

do UOL

16/08/2021 18h44

Formada pelo jornalismo impresso, Daniela Lima é âncora na CNN Brasil de um telejornal diário de quase três horas que ela apresenta em pé, enquanto entrevista, comanda as praças e apura ao mesmo tempo.

Convidada do "Jornalistas e Etc." desta terça-feira (17), a jornalista diz que as ondas de ódio digital chegaram a fazê-la colocar em dúvida a própria capacidade profissional — uma sensação que passou quando ela concluiu que o método dos detratores visa minar a segurança dos profissionais para calá-los, coisa que ela, garante, não pretende fazer.

O programa entra na grade do Canal UOL às 14 horas, com transmissão no Youtube e pela home do UOL e no Facebook.

Antes de chegou ao CNN 360º, Daniela Lima passou pelo Correio Braziliense, ancorou o Roda Viva e assinou a coluna Painel, da Folha. Buscar a notícia ao vivo no canal pago, conta a jornalista, triplicou a "loucura" da rotina. Outro impacto na carreira da âncora com a televisão são os ataques recorrentes. O último fez a jornalista procurar a justiça. Daniela Lima vai processar os autores de um perfil anônimo no Twitter que atribuíram a ela uma declaração que nunca existiu sobre a estátua de Borba Gato, que fica na cidade de São Paulo.

Sobre o Jornalistas e Etc.

A colunista do UOL Thais Oyama recebe às terças-feiras um jornalista ou formador de opinião para falar sobre os bastidores do jornalismo do Brasil, grandes investigações e as visões dos convidados (as) de como as notícias são produzidas. A convidada da última edição foi a apresentadora Gabriela Prioli.

Advogada criminalista de formação, Prioli estreou no jornalismo no quadro da CNN Brasil, "O Grande Debate". Foi colunista da Folha e apresentadora do programa CNN Tonight, na mesma emissora. Estrela da internet e prestes a estrear um programa solo na TV, Gabriela Prioli disse que o Twitter é a "mais tóxica" das redes sociais e que já se sentiu discriminada por colegas que a apontam como "jornalista de youtube".

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