PUBLICIDADE
IPCA
1,16 Set.2021
Topo

Sindicatos de bancários fazem 'tuitaço' contra demissões no Bradesco

O "tuitaço" começou de manhã e segue até agora. No Twitter, esse é um dos assuntos mais comentados do dia - Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
O "tuitaço" começou de manhã e segue até agora. No Twitter, esse é um dos assuntos mais comentados do dia Imagem: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Colaboração para o UOL

07/10/2021 17h59

Sindicatos de bancários no Brasil marcaram para hoje um "tuitaço" contra o banco Bradesco. O movimento começou no Twitter de manhã e segue até agora, com a tag #QueVergonhaBradesco chegando aos assuntos mais comentados do dia.

Para os Bancários do Rio de Janeiro, a empresa "ganha dinheiro às custas dos seus funcionários e dos clientes e retribui com metas abusivas, demissões, fechamento de agências e falta de segurança nas unidades de negócios". Procurado pelo UOL, o Bradesco disse que "não vai comentar".

Associações da classe em Porto Alegre, Distrito Federal, Curitiba e região ecoaram críticas semelhantes aos representantes do Rio de Janeiro. Bancários individualmente também se manifestaram pelo Twitter.

Além das condições de trabalho, o sindicato de Porto Alegre chamou atenção para uma suposta queda de qualidade nos serviços oferecidos e impacto nos clientes.

"Mesmo com lucro atrás de lucro, o Bradesco fechou 1.088 agências em 12 meses. Com isso, o atendimento piorou para a população, que muitas vezes precisa esperar tempo demais nas filas após fazer longos deslocamentos para ser atendida", escreveu o grupo de Porto Alegre no Twitter.

Um protesto semelhante aconteceu na segunda-feira (4), quando sindicatos e bancários fizeram um tuitaço, mas dessa vez contra o banco Itaú após denúncias de funcionários sobre as condições insatisfatórias de trabalho.

Segundo o Sindicato dos Bancários, empregados do Itaú relatam metas abusivas, sobrecarga de trabalho, desvios de função e assédio moral. O movimento também protesta contra "centenas de demissões" durante a pandemia.

PUBLICIDADE