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Dólar opera em alta de 0,59%, vendido a R$ 5,659, e Bolsa cai 1,02%; siga

Ontem o dólar subiu 1,26%, fechando a R$ 5,625 na venda - Reprodução
Ontem o dólar subiu 1,26%, fechando a R$ 5,625 na venda Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

29/10/2021 09h15Atualizada em 29/10/2021 13h33

O dólar comercial operava em alta e a Bolsa em queda de 1% no início da tarde de hoje (29). Por volta das 13h30 (de Brasília), a moeda norte-americana subia 0,59%, vendida a R$ 5,659, com investidores sentindo a pressão externa em meio a novo dia de liquidação em bônus com receios sobre inflação, enquanto no Brasil os debates fiscais seguiam a todo vapor depois de imporem queda aos preços dos ativos na véspera.

No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, tinha desvalorização de 1,02%, aos 104.631,92 pontos, com o noticiário político-econômico continuando a adicionar preocupações, principalmente sobre a situação fiscal do país.

Ontem (28) o dólar subiu 1,26%, fechando a R$ 5,625 na venda, e a Bolsa fechou em baixa 0,62%, a 105.704,961 pontos.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Dado fiscais ajudam

Fortes dados fiscais ajudaram a melhorar a reação de preço do mercado, que analisava ainda decisão do Confaz pelo congelamento do valor do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis por 90 dias.

"O mercado de pré está totalmente disfuncional. O mercado não faz mais conta, e só tem novas ondas de 'stops'. Passou da hora de o Tesouro entrar retirando risco pré do mercado e pagando com LFT", comentou no Twitter Roberto Motta, responsável pela mesa de derivativos da Genial Investimentos.

O mercado de renda fixa é o que mais tem sofrido com a turbulência recente, uma vez que as marcações a mercado têm imposto severas perdas às carteiras devido à perspectiva de uma condução frouxa da política fiscal que exigirá juros ainda mais altos num cenário de inflação bem acima da meta.

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

Com Reuters

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