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Dólar opera em queda de 0,64%, a R$ 5,702, e Bolsa cai 0,44%; siga

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Em São Paulo

22/12/2021 09h15Atualizada em 22/12/2021 14h10

O dólar comercial e a Bolsa operavam em queda na manhã de hoje (22). Por volta das 14h10 (de Brasília), a moeda norte-americana caía 0,64%, a R$ 5,702, num dia que promete ser de menor liquidez à medida que o Natal se aproxima, com investidores analisando a aprovação do Orçamento de 2022 e à espera de dados nos Estados Unidos.

No mesmo horário, Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, operava em queda de 0,44%, a 105.040,38 pontos, em dia sem grandes catalisadores para os mercados acionários globais, diante da proximidade dos feriados de final de ano e após ganhos firmes na véspera.

O Ibovespa abriu estável, mas ameaçava firmar uma queda no meio da manhã. O movimento ocorreu na sequência de dados macroeconômicos nos Estados Unidos, enquanto o índice ainda é dominado por volatilidade por conta da baixa liquidez.

Ontem (21) o dólar caiu 0,08%, fechando a R$ 5,739 na venda, e a Bolsa fechou com alta de 0,46%, a 105.499,883 pontos.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Atenção com a ômicron e Orçamento

De forma geral, investidores seguiam atentos ao noticiário global sobre potenciais efeitos da variante Ômicron do coronavírus sobre as perspectivas para a economia mundial — o que causou recentemente uma liquidação em ativos de risco e ajudou a empurrar o dólar a um novo patamar acima de R$ 5,70, no qual se mantinha.

No campo doméstico e na seara fiscal — um dos principais guias da taxa de câmbio neste ano —, os agentes financeiros se debruçavam sobre o Orçamento de 2022, aprovado na véspera pelo Congresso. O parecer aprovado prevê que, após a aprovação das emendas constitucionais que alteraram a forma de pagamento dos precatórios, será criada uma margem fiscal para o próximo ano de R$ 113,1 bilhões, valor superior à estimativa do governo federal de R$ 106 bilhões de reais.

"Após o alargamento do teto de gastos e o não pagamento de precatórios, o Orçamento de 2022 parece crível, mas não será executado sem desafios", disse a XP em nota.

O mercado também digere dados divulgados pelo Banco Central. O déficit em transações correntes do Brasil foi de US$ 6,522 bilhões em novembro, pior que o déficit de US$ 6,300 bilhões esperado por analistas em pesquisa Reuters. Já os investimentos diretos no país alcançaram US$ 4,588 bilhões, ante expectativa de US$ 3,8 bilhões.

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

Com Reuters

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