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Dólar e Bolsa operam quase estáveis antes de dados de inflação dos EUA

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Imagem: Reprodução

UOL*

Em São Paulo

12/01/2022 09h24Atualizada em 12/01/2022 10h27

O dólar comercial e o Ibovespa operavam quase estáveis na manhã de hoje, om todas as expectativas girando em torno de dados norte-americanos de inflação, que podem reforçar apostas em aumentos antecipados de juros nos Estados Unidos.

A moeda oscilava 0,01% para cima, negociada a R$ 5,580, enquanto o índice abriu com leve alta de 0,05%, aos103.829,422 pontos.

Ontem (11) o dólar caiu 1,67%, fechando a R$ 5,580 na venda, e o índice subiu 1,8%, a 103.778,977 pontos.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

De olho no Fed

Economistas consultados pela Reuters projetam que o índice de preços ao consumidor dos EUA, que será divulgados às 10h30 (de Brasília), tenha avanço anual de 7% em dezembro, o que seria seu patamar mais alto em quase quatro décadas.

Com as pressões de preços mostrando persistência e o mercado de trabalho ficando cada vez mais apertado na maior economia do mundo, o Federal Reserve sinalizou na ata de sua última reunião de política monetária que pode ter de aumentar os juros e reduzir seu balanço mais cedo do que o esperado, o que foi amplamente visto como um apoio à moeda norte-americana neste início de ano.

Na terça-feira, no entanto, comentários menos "hawkish" (inclinados a conduta mais dura da política monetária) do que o esperado do chair do Fed, Jerome Powell, haviam derrubado o dólar, cujo índice frente a uma cesta de pares fortes mostrava estabilidade nesta manhã.

"Segundo Powell, apesar do fim do QE (flexibilização quantitativa, nome dado às compras de ativos do banco central) e uma alta dos juros já estar nos planos para março, o início de um movimento de redução do balanço de ativos do BC americano ainda está sob discussão, e deve ser pautado daqui três ou quatro encontros do Fomc", escreveu Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos. "Desta forma, esvaziou o receio dos mais pessimistas."

Nesta sessão, "a avaliação da condução da política monetária americana deve seguir no centro das atenções na medida em que o investidor recebe o índice de preços ao consumidor americano", completou Beyruti.

*Com Reuters

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

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