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Maia diz à Folha que reforma da Previdência tem de ser votada na Câmara, no máximo, em setembro

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu que a reforma da Previdência precisa ser votada na Casa "no máximo", em setembro.

"A Câmara tem que votar, no máximo, em setembro. Sei que não é fácil, mas não dá para ficar segurando este tema por muito tempo", disse Maia, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo publicada neste domingo.

Na entrevista, Maia diz ainda esperar que o governo não tenha de ceder mais para aprovar a reforma. Para ele, só há um ponto que precisa ser discutido, que é a transição para os servidores que entraram no serviço público antes de 2003.

"Tirando isso, acho que o texto está redondo para ser votado", disse Maia à Folha.

Para ele, o governo pode conseguir votar a reforma mostrando a situação fiscal do país e o impacto do déficit da Previdência na economia.

Maia acredita que ao longo das próximas semanas deve haver condições políticas para aprovar a proposta.

Na mesma entrevista, Maia disse que não se pode aumentar a meta fiscal sem construir, "de forma permanente, a redução dos gastos primários obrigatórios".

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