Rússia fornecerá mais petróleo à China, aumentando disputa com sauditas
PEQUIM/MOSCOU (Reuters) - Refinarias chinesas estão se preparando para receber mais petróleo russo transportado por meio de uma rede expandida de oleodutos siberianos a partir de janeiro, provavelmente concretizando a posição da Rússia como maior fornecedora de petróleo à China em uma disputada corrida com a Arábia Saudita.
O planejado aumento no fornecimento, acertado em contratos assinados em 2013, ocorre em meio a um compromisso de produtores em reduzir a produção para apertar os mercados globais e ilustra a concorrência entre Rússia e Arábia Saudita, os maiores exportadores de petróleo do mundo, por dominância no maior importador, a China.
A Rosneft
"A Rosneft tem recursos suficientes para fornecer sob todos seus contratos existentes, incluindo o plano de aumentar a oferta para a China em 10 milhões de toneladas no próximo ano", disse a Rosneft em nota enviada por email à Reuters nesta quinta-feira.
(Por Chen Aizhu e Olga Yagova; reportagem adicional de Florence Tan)
ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}
Ocorreu um erro ao carregar os comentários.
Por favor, tente novamente mais tarde.
{{comments.total}} Comentário
{{comments.total}} Comentários
Seja o primeiro a comentar
Essa discussão está encerrada
Não é possivel enviar novos comentários.
Essa área é exclusiva para você, assinante, ler e comentar.
Só assinantes do UOL podem comentar
Ainda não é assinante? Assine já.
Se você já é assinante do UOL, faça seu login.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Reserve um tempo para ler as Regras de Uso para comentários.