Petróleo nos EUA toca máxima de 2 anos após queda na atividade de sondas

NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, com o produto dos Estados Unidos tocando uma máxima de dois anos, fortalecendo-se depois que os dados de sondas de perfuração nos EUA indicaram uma queda na atividade.

As últimas informações sobre as sondas sustentam a visão do mercado de que um excesso de oferta global está recuando.

Ao longo da semana, os preços foram impulsionados por dados sobre aumento da demanda global e expectativas de que a Opep e outros países produtores estenderão um acordo para reduzir a produção.

As empresas de energia dos EUA cortaram oito sondas de petróleo nesta semana, a maior redução desde maio de 2016, estendendo uma desaceleração de perfuração que começou no verão (no hemisfério norte), quando os preços foram abaixo de 50 dólares por barril.

"O mercado continua a se apoiar nas expectativas de que vamos ver o corte prolongado e uma demanda robusta", disse Gene McGillian, diretor de pesquisa de mercado da Tradition Energy.

O petróleo dos EUA fechou com alta de 1,10 dólar, ou 2 por cento, a 55,64 dólares por barril, o maior valor desde julho de 2015.

O Brent, que encerrou com elevação de 1,45, ou 2,4 por cento, a 62,07 dólares por barril, subiu quase 40 por cento desde junho deste ano.

Ambos os contratos ganharam mais de 3 por cento na semana.

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