Robinho é condenado a 9 anos de prisão na Itália por estupro coletivo; atacante nega

MILÃO (Reuters) - Um tribunal italiano condenou nesta quinta-feira o atacante Robinho, ex-Milan e hoje no Atlético Mineiro, a nove anos de prisão nesta quinta-feira, por suposta participação em um estupro coletivo de uma albanesa em 2013.

Um tribunal de Milão determinou que Robinho e outros cinco brasileiros atacaram a mulher, que tinha 22 anos na época, depois de terem lhe dado álcool em uma boate. O paradeiro dos cinco companheiros de Robinho não é conhecido, então o julgamento deles foi suspenso.

Robinho, que também jogou por Real Madrid e Manchester City, não compareceu a nenhuma das sessões do tribunal envolvendo seu caso.

Em nota no Instagram do atacante, a defesa dele disse que "ele já se defendeu das acusações, afirmando não ter qualquer participação no episódio".

O ex-jogador da seleção brasileira tem direito a dois recursos, e a Itália só lançará processos de extradição em caso de um veredicto definitivo, disse uma fonte jurídica.

De acordo com a defesa de Robinho, "todas as providências legais já estão sendo tomadas acerca desta decisão em primeira instância".

(Reportagem de Manuela D'Alessandro, em Milão; reportagem adicional de Tatiana Ramil, em São Paulo)

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