Santander faz baixa contábil de 600 milhões de euros e trocas no conselho

Por Paul Day

MADRI (Reuters) - O Santander, maior banco espanhol, disse que fará uma baixa contábil de 600 milhões de euros, principalmente devido ao seu grupo de finanças de consumo dos Estados Unidos, um movimento que afirmou que atingirá os resultados do quarto trimestre.

A decisão sucede revisão do ágio do banco e é impulsionada pela queda nos ganhos no Santander Consumer USA Holdings em relação aos exercícios anteriores, informou o Santander em um comunicado no final da terça-feira.

O banco disse que a venda do Allfunds Bank, em parte para os fundos GIC e Hellman&Friedman, e em parte para a Warburg Pincus e General Atlantic, reduzirá o nível de capital exigido (CET1) em nove pontos-base no quarto trimestre. No final do terceiro trimestre, o CET1 do Santander era 10,8 por cento.

O banco reiterou seu plano de aumentar os dividendos neste ano e no próximo, e elevar o lucro por ação em 2017 e em dois dígitos em 2018.

Também disse que os membros do conselho de longo prazo, Isabel Tocino e Matias Rodriguez, deixariam as posições para ocupar outros cargos dentro do banco.

O Santander ainda propôs que o diretor dos braços do BNP Paribas na Espanha e Portugal, Ramiro Mato, se juntasse ao comitê executivo e fosse nomeado como membro independente do conselho.

(Por Paul Day)

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