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Sem citar Previdência, Jucá diz que 2018 será curto e defende medidas de ajuste fiscal

BRASÍLIA (Reuters) - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), afirmou nesta terça-feira que o ano de 2018 será curto e que o governo está trabalhando em uma agenda de votações no Congresso que inclui a Lei Geral das Telecomunicações, a questão da dívida dos Estados e a simplificação tributária, mas não citou a reforma da Previdência.

"O ano de 2018 será curto, teremos um esforço concentrado a partir de fevereiro. O planejamento para o ano é muito importante para ser feito. O governo já está trabalhando na agenda", disse Jucá em mensagem publicada no Twitter.

O senador disse que "outras medidas de ajuste fiscal" precisam ser feitas, e lembrou ter um projeto sobre a independência do Banco Central com duplo mandato.

A reforma da Previdência está prevista para ser votada este mês na Câmara dos Deputados, apesar de o governo reconhecer que ainda não tem os votos necessários para aprovar a medida.

Em entrevista à RedeTV veiculada na segunda-feira, o presidente Michel Temer reconheceu que se a reforma não for aprovada na Câmara em fevereiro será difícil votá-la ainda este ano, sendo necessário avançar para outras pautas.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Texto de Pedro Fonseca)

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