ipca
-0,21 Nov.2018
selic
6,5 31.Out.2018
Topo

Wall St fecha em alta após Trump suavizar plano de tarifas

08/03/2018 19h37

NOVA YORK (Reuters) - Os três principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em alta nesta quinta-feira após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparentar ter suavizado sua postura sobre as tarifas comerciais, reduzindo preocupações sobre uma guerra comercial que deixou o mercado aflito por uma semana.

O Dow Jones <.DJI> subiu 0,38 por cento, a 24.895 pontos, o S&P 500 <.SPX> avançou 0,45 por cento, a 2.738 pontos, e o Nasdaq <.IXIC> avançou 0,42 por cento, a 7.427 pontos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs tarifas de 25 por cento sobre importações de aço e 10 por cento sobre importações de alumínio nesta quinta-feira, mas isentou Canadá e México, recuando de promessas anteriores de tarifas sobre todos os países. [nL2N1QQ2J3]

"Isso é algo que mexe menos do que a retórica da semana passada", disse Chuck Carlson, presidente executivo da Horizon Investment Services.

"É uma abordagem mais suave à ideia do que a reação original de 'o céu está caindo' na semana passada, quando pareceria que seria geral, sem qualquer 'se, e ou mas' e todo mundo seria destruído", disse ele.

Antes das notícias que saíram da Casa Branca na última hora e meia da sessão, o S&P havia se movido em zigue-zague em uma faixa apertada entre território positivo e negativo, com investidores incertos sobre o que Trump diria.

Preocupações de que as tarifas desencadeariam uma guerra comercial global têm dominado os mercados desde que ele anunciou o plano das tarifas na última quinta-feira, e a saída do assessor econômico Gary Cohn na terça-feira intensificou os temores.

Mas as últimas notícias não agradaram as todos.

As ações da Century Aluminum caíram 7,5 por cento após as notícias, uma vez que ela se beneficiaria dos preços mais elevados caso as tarifas fossem aplicadas. As ações da U.S. Steel Corp caíram 2,9 por cento, enquanto a AK Steel fechou em queda de 4 por cento.

(Por Sinéad Carew; reportagem adicional de Lewis Krauskopf, Caroline Valetkevitch e Sruthi Shankar)

(Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))

REUTERS LM ID

Mais Economia