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Metas fiscais para os próximos anos foram conservadoras, reformas podem melhorar resultado, diz Guardia

12/04/2018 16h52

BRASÍLIA (Reuters) - A meta fiscal fixada pelo governo para 2019 e os rombos projetados para 2020 e 2021 representam cálculos conservadores, afirmou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, nesta quinta-feira, acrescentando que os resultados podem ser melhores com a implementação de reformas nas economias.

Segundo Guardia, o governo também optou por ser conservador ao prever o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 e 2021 em 2,4 e 2,3 por cento, respectivamente. Os números expressam a visão do PIB potencial para os anos sem a realização de reformas, destacou ele.

"Como estamos definindo metas para o próximo governo, temos de ser bastante cuidadosos", afirmou o ministro em entrevista à imprensa.

(Por Marcela Ayres)

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