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Primeiro-ministro português diz que não se opõe a proposta chinesa pela EDP

LISBOA, (Reuters) - O governo português não tem objeções à oferta de investidores chineses para tomar o controle da maior concessionária de energia do país, a EDP Energias de Portugal, disse o primeiro-ministro Antonio Costa a repórteres nesta sexta-feira.

Anteriormente, a agência reguladora do mercado de ações suspendeu a negociação de ações da EDP após fontes e reportagens afirmarem que um grupo chinês liderado pelo maior acionista da EDP, a China Three Gorges, deveria fazer uma oferta de aquisição da empresa.

"O governo não tem nada contra isso, sem reservas", disse Costa, acrescentando que o governo não precisa ser consultado. "Os chineses têm sido bons investidores, seja na REN, na EDP ou em outros setores ... O importante é que os acionistas possam refletir sobre o projeto. Deixe o mercado funcionar."

O grupo China Three Gorges confirmou mais tarde nesta sexta-feira que apresentou uma proposta para assumir o controle da EDP Energias de Portugal, por 3,26 euros por ação, com o objetivo de atingir ao menos 50 por cento das ações com direito a voto e mais uma ação ordinária.

A proposta foi oficializada após os comentários do primeiro-ministro.

(Por Andrei Khalip e Sergio Goncalves)

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