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Não haverá "mudança radical" na política de preços da Petrobras, diz Jucá

BRASÍLIA (Reuters) - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), afirmou nesta sexta-feira, após o pedido de demissão do presidente da Petrobras, que não haverá "mudança radical" na política de preços da estatal.

O senador disse ainda que a diretriz de recuperação da empresa será mantida e que governo não irá escolher um nome com perfil "político" para comandá-la.

"Não haverá mudança radical na política de preços da estatal. O que a gente tem defendido é a construção de um sistema de política de preço que dê previsibilidade", afirmou o líder do governo, acrescentando que o sistema escolhido funcionaria em "situações normais" mas acabou prejudicado diante da "gangorra" no preço do barril devido à crise no Oriente Médio.

"A linha traçada para a Petrobras pelo governo, de recuperação da estatal, vai continuar. O governo vai ter responsabilidade com a Petrobras. Temos que ajustar a conjuntura sem perder a política de recuperação da empresa", disse.

Jucá afirmou ainda que "o governo não vai tirar um técnico e colocar um político, não vai manipular o preço do combustível".

A demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras, mais cedo, motivou uma série de questionamentos sobre a política de preços da estatal, inclusive por parte de parlamentares da base, que sinalizaram o desejo de um nome com "sensibilidade política" para assumir o posto.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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