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Ibovespa melhora com NY e recuperação de Vale, mas ainda caminha para perda

Às 14:28, o Ibovespa subia 0,41%, a 117.639,82 pontos - Cris Faga/NurPhoto via Getty Images
Às 14:28, o Ibovespa subia 0,41%, a 117.639,82 pontos Imagem: Cris Faga/NurPhoto via Getty Images

20/08/2021 14h37

O Ibovespa reagia e rondava os 118 mil pontos nesta sexta-feira, acompanhando a melhora de Wall Street, enquanto Sabesp disparava em meio a expectativas ligadas à privatização de empresa paulista de saneamento básico.

Às 14:28, o Ibovespa subia 0,41%, a 117.639,82 pontos. Mais cedo, no pior momento, caiu quase 1%, para 116.040,34 pontos.

O volume financeiro somava 18 bilhões, em sessão também marcada pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações.

Apesar da melhora, o Ibovespa ainda acumulava uma perda na semana de cerca de 2,9%, que se confirmada será o maior queda semanal desde fevereiro.

Nos últimos pregões, a aversão a risco prevaleceu em meio a receios sobre o começo da retirada de estímulos monetários nos EUA ainda neste ano e o ritmo da recuperação econômica global, além dos persistentes ruídos políticos e fiscais no Brasil.

Em Nova York, o sinal positivo prevalecia, com o S&P 500 em alta de 0,79%, apoiado principalmente por ações do setor de tecnologia, embora ainda caminhe para uma performance negativa no acumulado da semana.

No pregão brasileiro, Sabesp saltava de 9%, após declarações do recém-nomeado secretário de Projetos e Ações Estratégicas de São Paulo, o deputado federal Rodrigo Maia (sem partido-RJ), sobre a empresa.

"Acho que é uma coisa simbólica organizar a privatização, a concessão, deixar isso organizado até o fim da minha gestão."

A recuperação da Vale, que subia 1%, também fortalecia o Ibovespa, com a trégua na queda dos preços do minério de ferro na China abrindo espaço para uma recuperação após a ação cair quase 10% na semana até a véspera.

Na ponta negativa, Itaú Unibanco PN caía 0,8% entre as principais pressões de baixa, assim como Petrobras PN, que recuava 1%, na esteira do declínio dos preços do petróleo no mercado externo.

Lojas Renner também figurava entre as maiores quedas, com declínio de 1,2%, após sofrer ataque cibernético na véspera, divulgando nesta sexta-feira que ainda trabalhava para restabelecer as operações de e-commerce.

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