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Ibovespa recua com Petrobras entre maiores quedas; BRF sobe

30/08/2022 11h30

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava nesta terça-feira, com Petrobras entre as maiores quedas, à medida que o declínio dos preços do petróleo e um corte de recomendação pelo Itaú BBA corroboravam realização de lucros na ação após novas máximas.

Às 11:29, o Ibovespa caía 0,68 %, a 111.563,97 pontos. Mais cedo, no melhor momento, chegou a 112.868,78 pontos. O volume financeiro somava 7 bilhões de reais.

No exterior, Wall Street mostrava fraqueza, reiterando viés de baixa no pregão brasileiro. O S&P 500 recuava 0,6%.

DESTAQUES

- PETROBRAS PN caía 3,77%, a 33,18 reais, com o declínio do petróleo no exterior endossando movimento de realização de lucros, após as ações renovarem máximas históricas na véspera. No setor, PRIO ON perdia 1,14% e 3R PETROLEUM ON operava estável. No exterior, o Brent recuava 4,74%, a 100,11 dólares o barril.

- VALE ON perdia 2,54%, a 65,21 reais, uma vez que os contratos futuros de minério de ferro nas bolsas de Dalian e Cingapura caíram abaixo de 100 dólares a tonelada em meio a preocupações renovadas com as restrições da Covid-19 e limitações à produção de aço na China.

- BRF ON avançava 3,85%, a 17 reais, após a empresa de alimentos anunciar que o presidente-executivo da companhia, Lorival Luz, renunciou ao cargo, e que ele será substituído por Miguel Gularte, que atuava como CEO da Marfrig Global Foods. A Marfrig detém 33,27% da BRF, sendo o principal acionista da empresa. MARFRIG ON tinha queda de 0,43%, a 13,96 reais. O conselho de administração da Marfrig aprovou a eleição de Rui Mendonça Junior para ocupar o cargo de diretor presidente.

- LOCALIZA ON subia 2,09%, a 62,63 reais, tendo de pano de fundo relatório de analistas do JPMorgan elevando a recomendação dos papéis para 'overweight', com preço-alvo de 76,5 reais para o final de 2023.

- IRB BRASIL ON caía 4,3%, a 1,78 real, renovando mínima histórica ao bater 1,77 real no pior momento. A poucos dias da precificação de uma oferta de ações, a resseguradora disse nesta terça-feira que assinou escritura para venda de sua sede no Rio de Janeiro ao Sebrae/RJ por 85,3 milhões de reais.

(Por Paula Arend Laier; edição de André Romani)