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Greenpeace: País passa a entender necessidade de nova matriz elétrica

A nova política de financiamentos do BNDES para o setor elétrico, que privilegia as fontes renováveis e descarta apoio a termelétricas a carvão e óleo combustível, evidencia que o Brasil está entendendo a necessidade de diversificar e limpar a matriz elétrica brasileira, na avaliação da Organização Não Governamental (ONG) Greenpeace.

"Quase um mês após a ratificação do Acordo de Paris, o anúncio feito pelo BNDES representa um importante sinal de que o país está, ainda que lentamente, entendendo a necessidade de diversificar e limpar a matriz elétrica brasileira", diz Bárbara Rubim, da campanha de clima e energia do Greenpeace Brasil.

"Esperamos que também as outras esferas do governo percebam que as fontes fósseis já estão no passado e devem, de uma vez por todas, ser excluídas de todo o planejamento do setor. Os caminhos para as novas renováveis já estão abertos. O futuro será 100% renovável", afirma Bárbara.

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