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Juros futuros curtos recuam diante de expectativa com avanço fiscal

Os juros futuros de curto prazo recuaram na BM&F diante da expectativa de o governo terá capacidade para avançar com a agenda de ajuste fiscal.

Depois da aprovação da PEC 241 que limita os gastos do governo à inflação no primeiro turno da Câmara com uma margem favorável de votos, o mercado acredita que o governo não terá dificuldade para aprovar a medida na votação no segundo turno na casa, prevista para ocorrer até o dia 24 de outubro. Investidores também aguardam o envio da reforma da Previdência para o Congresso, esperando que a medida seja aprovada até o primeiro semestre do ano que vem.

O ajuste fiscal é um das condições colocadas pelo Banco Central para iniciar a flexibilização da política monetária. E a aprovação da PEC 241 reforçou, nesse sentido, as apostas de que o BC deve cortar a taxa Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) previstas para 17 e 18 de outubro.

O DI para janeiro de 2018 recuou de 11,99% para 11,97%, enquanto om DI para janeiro de 2018 caiu de 11,38% para 11,35%. Já o DI para janeiro de 2021 fechou estável em 11,27%.

A curva de juros ainda reflete maior probabilidade de um corte de 0,25 ponto percentual da taxa Selic em outubro, mas as projeções dos economistas estão divididas entre um corte de 0,25 ponto e 0,5 ponto.

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