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Puxado por alimentos, IPC-S desacelera na 2ª leitura de outubro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou de 0,19% para 0,14% da primeira para a segunda quadrissemana de outubro, puxada pela queda mais acentuada nos preços dos alimentos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O grupo alimentação saiu de queda de 0,01% para recuo de 0,15%, influenciado principalmente pelos laticínios, que passou de -3,45% para -4,64%.

Outras quatro classes de despesa registraram taxas menores: vestuário (0,62% para 0,08%), habitação (0,39% para 0,34%), saúde e cuidados pessoais (0,44% para 0,37%) e educação, leitura e recreação (-0,07% para -0,26%). Nelas, a FGV destaca o comportamento dos itens: roupas (0,48% para -0,27%), tarifa de eletricidade residencial (0,27% para 0,07%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,04% para -0,45%) e show musical (-4,98% para -5,74%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: transportes (0,10% para 0,31%), comunicação (0,16% para 0,51%) e despesas diversas (-0,33% para -0,21%) subiram com gasolina (-0,64% para 0,04%), tarifa de telefone móvel (0,14% para 0,40%) e alimentos para animais domésticos (0,82% para 1,70%), respectivamente.

O IPC-S é apurado em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre e Brasília.

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