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Líderes de rebelião no AM vão para presídios federais, diz ministro

O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, disse em entrevista coletiva na noite desta segunda-feira que os responsáveis pelo massacre de 60 presos no no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, serão transferidos para presídios federais do Brasil. Em 24 horas, fugas, mortes e rebeliões ocorreram em quatro unidades de detenção de Manaus.

Moraes desembarcou na capital amazonense às 20h20. Do Terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, ele e o governador José Melo seguiram direto para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na zona centro-sul. No local, o ministro se reuniu com autoridades para apontar medidas de emergência diante da crise carcerária.

De acordo com Alexandre Moraes, a Polícia Civil já instaurou inquérito para identificar os responsáveis pela rebelião no Compaj, o maior massacre da história do sistema prisional do Amazonas. "A polícia já instaurou inquérito. Para os líderes que participaram haverá o pedido de transferência para presídios federais", informou em coletiva.

O ministro destacou o repasse de R$ 45 milhões para o estado, para investimento em unidades prisionais. "Penitenciária é prioridade. Em todo Brasil R$ 32 milhões foram repassados para construção de novos presídios. Aqui no Amazonas será possível o aumento de 1,2 mil vagas em penitenciárias, somadas as 3,6 mil vagas que vão ser disponíveis com uma Colônia Penal Agrícola e dois CDPs, que devem ficar prontos esse ano e solucionar essa superlotação", informou.

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