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Lucro da AmBev sobe 12,5% no 4º trimestre de 2016, para R$ 4,672 bi

A AmBev teve lucro líquido atribuível aos sócios controladores de R$ 4,672 bilhões no quarto trimestre de 2016, 12,5% acima dos R$ 4,153 bilhões no quarto trimestre de 2015. No ano de 2016 como um todo, o lucro líquido atribuível aos controladores foi de R$ 12,546 bilhões, 1% acima dos R$ 12,423 bilhões de 2015. As informações foram divulgadas pela companhia na madrugada desta quinta-feira.


A receita líquida de vendas teve declínio de 13,9% no quarto trimestre de 2016, para R$ 13,177 bilhões, ante R$ 15,296 bilhões em igual período de 2015. A receita total em 2016 foi de R$ 45,602 bilhões, 2,4% menor que os R$ 46,720 bilhões em 2015.


Segundo a companhia, no quarto trimestre de 2016, o crescimento de 8,9% nas vendas na América Central e Caribe (região que a companhia denomina como CAC e compreende República Dominicana, Antígua, Dominica, Saint Vicent, Guatemala, Cuba, El Salvador e Nicarágua) e de 19,3% na América Latina Sul (LAS - República Dominicana, Antígua, Dominica, Saint Vicent, Guatemala, Cuba, El Salvador e Nicarágua) foi impactado por uma queda no Brasil (-9.7%) e no Canadá (- 0,5%).


"No acumulado do ano de 2016, o declínio de 5,2% nas vendas do Brasil foi mais do que compensado pela alta de 14% nas vendas na região CAC e de 15,8% na LAS. Em termos consolidados, o volume de vendas caiu 5,8%, explicado principalmente pelo Brasil e Argentina, onde o cenário macroeconômico desafiador continuou a pressionar os consumidores", diz o comunicado da companhia.


O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ficou em R$ 6,014 bilhões no último trimestre de 2016, importância 25% inferior aos R$ 8,021 bilhões no mesmo intervalo de 2015. No ano fechado de 2106, o Ebitda da companhia ficou em R$ 19,483 bilhões, queda de 12,4% sobre os R$ 22,209 bilhões em 2015. A margem Ebitda também recuou nas duas comparações: de 52,4% no quarto trimestre de 2015 para 45,6% no mesmo período do ano passado, e de 47,5% em 2015 para 42,7% em 2016.


InBev


A Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo, teve lucro líquido de US$ 400 milhões no quarto trimestre de 2016, abaixo dos US$ 2,29 bilhões do último trimestre do ano anterior. A receita líquida subiu 0,2%, para US$ 14,2 bilhões.


A fabricante da Budweiser, Stella Artois e Corona elevou sua meta de redução de custos, uma vez que teve menos vendas do que o esperado em seu segundo maior mercado, o brasil. A meta de redução de custos agora é de US$ 2,8 bilhões, acima dos US$ 2,45 bilhões anteriormente. Isso inclui o US$ 1,05 bilhão em economia de custos que a SABMiller disse que seria sua meta antes da fusão.


Diante do declínio da popularidade de suas maiores marcas nos EUA e na Europa Ocidental, a AB InBev completou a compra do rival SABMiller no ano passado, fazendo uma aposta enorme de que poderia, em vez disso, aproveitar o novo crescimento na África e em outros mercados emergentes como a Colômbia e o Peru.

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