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Juros curtos recuam com percepção de corte maior da Selic

Os juros futuros apontam para baixo no início da sessão na BM&FBovespa, após forte pressão de alta vinda do exterior no dia anterior. As taxas de vencimentos mais curtos recuam de maneira mais acentuada nesta manhã, diante da possibilidade de um corte mais agressivo da Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Essa perspectiva foi alimentada ontem pela ata do último encontro do Copom, mas o efeito foi limitado pelo avanço dos juros dos títulos do Tesouro americano e percepção de aperto monetário iminente nos Estados Unidos.


Já o juros de prazos mais longos têm quedas mais moderadas. Esses vencimentos respondem mais diretamente ao clima de compasso de espera do investidores aguardam uma série de discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, banco central americano), sendo que o mais esperado é o da presidente da instituição, Janet Yellen.


Às 10h22, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 recuava a 10,245%, ante 10,32% no ajuste de ontem, enquanto o DI para janeiro de 2019 caía 9,770%, de 9,84%. O DI para janeiro 2021, por sua vez, marcava 10,100%, de 10,15%, e o DI para janeiro de 2023 estava em 10,340%, de 10,36%. O contrato com vencimento em janeiro de 2025 registrava 10,420%, de 10,47%.

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