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Se não cortar despesas, governo vai aumentar impostos, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, negou nesta terça-feira (7) a possibilidade de revisão da meta de resultado primário, fixada em um déficit de R$ 139 bilhões para o governo central no fechamento de 2017.


Meirelles afirmou que o governo tomará as medidas necessárias para o cumprimento dessa meta, "seja com redução de despesas, seja com aumento de impostos, no limite".


"A resposta simples é: não [vamos revisar a meta]. Nós mantemos a meta e o compromisso com o resultado primário de 2017", disse o ministro, ao ser questionado sobre a possibilidade de revisão da meta fiscal deste ano.


Meirelles fez a afirmação em entrevista após a abertura da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no Palácio do Planalto.


O ministro ponderou que a arrecadação em 2016 sofreu os efeitos da queda do Produto Interno Bruto (PIB) e que esse efeito da retração da economia ocorreu no ano passado. Ainda assim, ressaltou, o resultado primário de 2016 foi melhor que a meta estabelecida para o ano.


O compromisso com a meta de 2017, reiterou, está mantido e o governo tomará todas as medidas necessárias para isso. Segundo ele, a avaliação de receitas e despesas que será divulgada em 22 de março levará em conta todos os eventos recentes e o reflexo deles na atividade econômica e na arrecadação.

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