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Conselho da Saraiva quer que auditores analisem balanço de 2014 a 2016

Os conselhos de administração e fiscal da Saraiva vão pedir aos auditores independentes da empresa que "analisem e confirmem" que as demonstrações financeiras de 2014, 2015 e 2016 estão de acordo com os princípios e práticas de contabilidade e refletem a posição patrimonial da companhia.


A informação consta em esclarecimento enviado pela rede de varejo à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre reportagem do Valor, segundo a qual a Superintendência de Acompanhamento de Empresas (SEP) da autarquia identificou potenciais irregularidades "muito graves" no comportamento da diretoria e decidiu encaminhar o caso para análise mais aprofundada.


A decisão de investigar a direção da rede foi tomada com base nas informações coletadas por uma das gerências de acompanhamento de empresas da SEP no caso envolvendo a Saraiva e o seu ex-acionista, a GWI Asset Management.


No esclarecimento, a companhia afirma que, na primeira reunião ocorrida após a divulgação do relatório da SEP, em 16 de fevereiro deste ano, o conselho ouviu esclarecimentos prestados pelo diretor presidente e de relações com investidores e pelo diretor financeiro e "se deu por satisfeito com as explicações apresentadas".


No entanto, após a reportagem do Valor, o colegiado da companhia decidiu ontem, em conjunto com os conselheiros fiscais, que as demonstrações financeiras fossem analisadas pelos auditores. Na época dos balanços, a consultoria responsável era a KPMG.


"A Saraiva reitera seu compromisso de profundo respeito à lei e à regulação do mercado de capitais", diz a empresa, no aviso ao mercado.

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