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Produção industrial recua em 5 de 14 locais analisados em janeiro

A produção industrial recuou em cinco dos 14 locais pesquisados em janeiro deste ano, na comparação com dezembro de 2016, de acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período de 2016, contudo, houve alta em 12 de 15 locais.


Na passagem de um mês para outro, a indústria brasileira recuou 0,1%.A queda da produção do Rio Grande do Sul, de 3,1%, foi o principal impacto negativo em janeiro. Percentualmente, o maior tombo foi registrado na Bahia, com redução de 4,3% na produção industrial.


Por outro lado, a alta de 1% em São Paulo foi o impacto positivo no resultado. Em dezembro de 2016, houve queda de 1,2%. No acumulado dos 12 meses, o maior parque industrial do país acumula perda, de 4,2%. A maior alta nominal ocorreu no Espírito Santo, onde a indústria cresceu 4,1%.


Pará (2,4%), Goiás (2,4%) e Pernambuco (2,1%) também apresentaram expansão da indústria do fim de 2016 para o início de 2017. As demais taxas positivas foram assinaladas por Minas Gerais (0,7%), Santa Catarina (0,6%), Amazonas (0,5%) e Rio de Janeiro (0,3%).


No confronto com janeiro de 2016, a atividade industrial no país cresceu 1,4% e interrompeu uma série de 33 resultados negativos seguidos. Pernambuco (14,1%), Espírito Santo (13,4%) e Mato Grosso (13,3%) assinalaram os avanços mais intensos. Goiás (8,5%), Pará (8,2%), Amazonas (7,5%), Santa Catarina (5,6%), Minas Gerais (4,8%), Rio de Janeiro (4,6%) e Paraná (4,1%) também registraram taxas positivas acima da média da indústria (1,4%), enquanto São Paulo (1,2%) e Ceará (0,4%) completaram o conjunto de locais com expansão na produção no período.


Bahia (-15,5%) apontou o recuo mais pronunciado em janeiro de 2017, ante um ano antes, pressionado pelo comportamento negativo vindo dos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, óleos combustíveis e naftas para petroquímica), de veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis), de metalurgia (barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre) e de indústrias extrativas (minérios de cobre, gás natural e óleos brutos de petróleo).


Os demais resultados negativos foram observados no Rio Grande do Sul (-4,1%) e na região Nordeste (-2,9%).

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