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Câmbio brasileiro tem dia de alívio e dólar fecha em queda

O câmbio brasileiro experimentou algum alívio no último dia de negócios da semana, após registrar nos últimos três pregões o pior desempenho entre os mercados globais de moedas.


O dólar comercial fechou esta sexta-feira em queda de 0,96%, a R$ 3,1076, na maior baixa desde o último dia 15, quando a sinalização branda do Federal Reserve (Fed, BC americano) patrocinou um rali nos mercados globais. O real teve o melhor desempenho global nesta sexta-feira.


Na semana, a moeda americana ainda subiu 0,25%. O real ainda amargou o terceiro pior desempenho semanal entre 33 divisas, melhor apenas que o dólar australiano e o peso argentino. Para se ter ideia da distância do real para seus pares emergentes, o rand sul-africano acumula alta nesta semana de 2,2%, enquanto o peso mexicano ganha 1,6%.


Para o Morgan Stanley, a performance mais fraca do câmbio brasileiro nesta semana deve ser vista como oportunidade de compra. Os estrategistas do banco dizem que já consideravam nos cenários alguma "diluição" ou "deterioração" no texto da reforma da Previdência - ruído que contribuiu para a depreciação do real nos últimos dias.


Para eles, a história central pode continuar "intacta" mesmo se houver alguma piora em relação a esse tema. Isso é "particularmente verdade" em um ambiente em que os mercados buscam retornos mais altos.


"Minimizamos o risco de mais fraqueza do real, contanto que o restante do mundo emergente continue amparado", acrescentam os profissionais.


Uma cesta de moedas emergentes alcançou hoje o maior patamar desde o fim de outubro do ano passado.

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