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Mercado de juros tem dia fraco à espera de IPCA na semana que vem

Os juros futuros tiveram uma sessão morna nesta sexta-feira, com variações bastante moderadas em meio a um volume de negócios abaixo do registrado nos últimos dias. De forma geral, investidores não viram motivos para fazer ajustes adicionais de posições, já realizados ontem após o Relatório Trimestral de Inflação (RTI).


Apesar de um novo conjunto de dados fracos no plano doméstico, os vencimentos curtos tiveram queda limitada pela sinalização do Banco Central de que não deve cortar a Selic em mais de 1 ponto percentual em abril, conforme o RTI divulgado na véspera.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI julho de 2017 tinha taxa de 10,960% ao ano, ante 10,990% no ajuste de ontem.O DI janeiro de 2018 indicava 9,875% (9,880% no ajuste anterior). O DI janeiro de 2019 apontava 9,490% (9,500% no último ajuste).


Confirmando expectativas, a taxa de desemprego subiu para 13,2% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo o IBGE. O IBC-Br de janeiro recuou 0,79% sobre um ano antes. "O número mostra uma economia fragilizada e coloca um risco baixista para o PIB deste início de ano", diz a Icatu Vanguarda em nota, acrescentando que o IBC-Br veio pior que o esperado.


Os mercados terão pelo menos dois importantes fatores para ajustar expectativas para a política monetária na semana que vem. Na terça-feira, o IBGE reporta a produção industrial de fevereiro. Na sexta-feira, é a vez do IPCA de março.


O UBS projeta elevação de 0,7% da produção industrial sobre o mês anterior, com ajuste sazonal. Para o IPCA, o prognóstico é de variação de 0,28% ante fevereiro.

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