Com 13 deputados, PTN rompe com o governo Temer

Com uma bancada de 13 deputados federais, o PTN decidiu nesta quarta-feira romper com o presidente Michel Temer após não se sentir "contemplado" no governo. O discurso oficial é de que há problemas com a reforma da Previdência e que, como não tem encontrado respaldo no Executivo, a legenda se declarará independente.


Nos bastidores, contudo, além da pressão sofrida pelos deputados por causa das reformas do governo, a briga é por espaço. O partido reivindicava ocupar a presidência Fundação Nacional de Saúde (Funasa), posto que recebeu no fim do governo Dilma, mas que está ocupado atualmente por Antônio Henrique de Carvalho Pires, indicado do próprio Temer.


A sigla tem recebido há meses a promessa de mudanças, mas isso não ocorreu até o momento e, por isso, decidiram pelo rompimento às vésperas da apresentação do relatório da reforma da Previdência na comissão da Câmara.


Os 13 deputados do PTN decidiram por unanimidade desembarcar do governo e levaram essa decisão ao ministro Antônio Imbassahy (PSDB), da Secretaria de Governo. Não está claro, contudo, se entregarão os outros cargos na direção da Funasa - a legenda indicou três diretores.

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