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Brasil manifesta preocupação com conflito sírio e pede investigação

O presidente Michel Temer informou que acompanha os desdobramentos do ataque dos Estados Unidos contra uma base aérea da Síria controlada pelo regime de Bashar al-Assad entre esta quinta e sexta-feira.


O Palácio do Planalto avalia que a questão é delicada, e a orientação é que o governo brasileiro acompanhe com atenção e sobriedade a evolução do episódio. Temer discutiu o assunto por telefone com o chanceler Aloysio Nunes Ferreira, que se encontra em Buenos Aires, onde participa da edição latino-americana do Fórum Econômico Mundial.


Em nota oficial, o Itamaraty manifestou "preocupação com a escalada do conflito militar na Síria" e reitera consternação com as notícias de emprego de armas químicas no conflito. O governo brasileiro ainda pediu investigações abrangentes e imparciais sobre o fato ocorrido em Idlib, onde dezenas de pessoas foram mortas num ataque com gás tóxico, que levem à apuração dos fatos e à punição dos responsáveis.


Os Estados Unidos e aliados como França e Alemanha culpam o regime de Assad pelo ataque químico, enquanto Damasco nega e acusa militantes rebeldes pelo ato, que é considerado crime de guerra.


"A solução para o conflito sírio requer diálogo efetivo e pleno respeito ao direito internacional. Nesse contexto, renovamos o apoio às tratativas conduzidas em Genebra sob a égide das Nações Unidas e com base nas resoluções do Conselho de Segurança", defende o Itamaraty, ressaltando que tem mantido contato com a comunidade brasileira na Síria e informando que não há brasileiros entre as vítimas do ataque.

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