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Braskem contesta ato ilícito no México e ação cai

A Braskem informou nesta sexta-feira (7) que o acordo firmado pela petroquímica com autoridades nos Estados Unidos em dezembro "não contém relato ou admissão de prática de qualquer ato ilícito relacionado à sua atividade no México, inclusive ao contrato de fornecimento de etano naquele país".


Reportagem de hoje do Valor, versão impressa, diz que a Braskem e sua controladora, Odebrecht, admitiram o pagamento de propina no México. Apenas a Odebrecht admitiu esse ilícito.


Ontem, a estatal mexicana Pemex informou que alguns de seus funcionários estão sendo ouvidos como testemunhas em uma investigação aberta pelo país após a Odebrecht ter admitido o pagamento de US$ 10,5 milhões a políticos e funcionários públicos entre 2010 e 2014 em troca de contratos.


A Pemex também tornou públicos quatro contratos assinados com a Odebrecht e sua controlada Braskem naquele período. Um dos contratos é justamente o de suprimento de etano para o complexo petroquímico da Braskem Idesa, que entrou em operação no ano passado, celebrado em fevereiro de 2010 entre Pemex Gas Y Petroquímicos Básicos, Braskem e o grupo mexicano Idesa.


Por volta das 11h30, as ações PNA da Braskem caíam 2,3%, a R$ 31,98.

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