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Juros futuros caem de olho em Copom e esforços para mudar Previdência

Os juros futuros operam em queda nesta segunda-feira, às vésperas da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). A aposta majoritária no mercado é de corte de 1 ponto percentual da Selic, para 11,25% ao ano, na quarta-feira. Diante de sinais de inflação e atividade fraca, cresce a expectativa sobre os possíveis sinais que o comitê trará em seu comunicado a respeito da trajetória da taxa básica de juros.


O Boletim Focus informou nesta segunda-feira ajustes nas estimativas de mercado para inflação e juros. Projeta-se agora que o IPCA chegará no fim do ano em 4,09% de alta, ante 4,10% na leitura anterior, e a Selic encerrará 2017 em 8,50%, ante 8,75%. Para 2018, a projeção é de inflação em 4,46%, ante 4,50%, e Selic em 8,50%, como já era apontado no Focus passado.


Entre os indicadores já conhecidos pela manhã, o IGP-M recuou 0,74% na primeira prévia de abril, ante alta de 0,25% na primeira prévia de março.


Às 10h21, o DI janeiro 2018 caía a 9,710%, ante 9,770% no ajuste anterior, e o DI janeiro 2019 recuava a 9,430%, ante 9,510%. O DI janeiro 2021, por sua vez, marcava 9,850%, ante 9,930% no ajuste anterior.


O foco dos agentes financeiros hoje também se concentra nos esforços do governo para aprovar a reforma da Previdência. As reuniões que o presidente Michel Temer tem feito com parlamentares são vistas de maneira positiva pelos agentes financeiros. Embora ainda seja grande a dificuldade para avançar com a reforma, já há um sentimento marginalmente melhor em relação aos ajustes de contas públicas.

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