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Juros futuros têm queda limitada ainda por incertezas na área fiscal

O mercado de juros futuros da BM&F teve um dia mais tranquilo nesta quarta-feira, após forte alta de taxas da véspera, impulsionada por mais uma rodada de incertezas fiscais. A firme alta do dólar teve efeito limitado nos DIs, que acabaram se acomodando em meio a alguma trégua no noticiário fiscal mais negativo.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI outubro de 2017 tinha taxa de 9,915% (9,930% no ajuste anterior). O DI janeiro de 2018 indicava 9,520% (9,530% no ajuste de ontem).


O DI janeiro de 2019 mostrava 9,410% (9,420% no último ajuste). E o DI janeiro de 2021 subia a 10,080% (10,060% no ajuste anterior).


Hoje, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que "há convicção de que uma boa maioria votará pela reforma trabalhista". A Casa rejeitou requerimento elaborado pelo líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), para retirar a reforma trabalhista da pauta por votação nominal nesta quarta.


O Plenário da Câmara deve votar hoje ou no máximo amanhã o projeto de lei da reforma trabalhista, que em seguida iria para o Senado Federal.


Apesar do dia mais calmo, investidores não viram motivos para realizar lucros com as recentes altas dos juros. Ainda pesam receios de mais mudanças nos projetos das reformas trabalhista e previdenciária, que poderiam reduzir a efetividade dos ajustes. Além disso, a greve geral marcada para sexta-feira adiciona cautela, num momento em que a base do governo parece mais sensível à opinião pública.

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