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Receita cresce na Klabin, mas lucro cai sob impacto do câmbio

Maior fabricante brasileira de papéis para embalagens e de caixas de papelão ondulado, a Klabin teve lucro líquido de R$ 602 milhões no primeiro trimestre, com queda de 43,9% na comparação anual. O resultado inferior é explicado principalmente pelo menor resultado financeiro líquido.


De janeiro a março, a linha financeira da companhia ficou positiva em R$ 318,4 milhões, frente a quase R$ 1 bilhão no mesmo período do ano passado, quando o impacto da variação cambial sobre a parcela da dívida expressa em dólar foi mais elevado.


A receita líquida da companhia, que colocou uma nova fábrica de celulose em operação em março do ano passado, avançou 28%, para R$ 1,87 bilhão, enquanto o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 5%, a R$ 539 milhões. Com isso, a margem Ebitda ajustada ficou em 29%, queda de 6 pontos percentuais.


Ao fim de março, a dívida líquida da Klabin era de R$ 11,4 bilhões, equivalente a 4,9 vezes o Ebitda anualizado. Três meses antes, o endividamento líquido estava em R$ 12 bilhões e a alavancagem financeira era maior, de 5,2 vezes.


A companhia investiu R$ 251 milhões no primeiro trimestre, queda de 71% na comparação anual, refletindo o encerramento dos desembolsos relativos ao projeto Puma, que englobou a construção da fábrica de celulose em Ortigueira (PR).

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