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IPC-S encerra abril em desaceleração

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) desacelerou para 0,12% na última quadrissemana de abril, de 0,31% na terceira quadrissemana, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).


Com esse resultado, o indicador acumula alta de 1,61% no ano e de 4,17% nos últimos 12 meses. Em março, o IPC-S subiu 0,47%, com acumulado de 4,55% em 12 meses.


Da terceira para a quarta quadrissemana, quatro das oito classes de despesa do índice registraram taxas mais baixas, com destaque para Habitação (-0,09% para -0,69%), em que a deflação foi puxada pela queda mais acentuada da tarifa de eletricidade residencial (de -2,67% para -6,22%).


Alimentação (1% para 0,69%), Educação, Leitura e Recreação (0,02% para -0,19%) e Despesas Diversas (0,34% para 0,13%) também registraram variações menores graças a frutas (-1,01% para -2,92%), passagem aérea (0,35% para -6,93%) e cartão de telefone (-0,34% para -1,27%), respectivamente.


Em contrapartida, Comunicação (0,30% para 0,84%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,96% para 1,15%), Transportes (-0,20% para -0,14%) e Vestuário (-0,66% para -0,47%) registraram taxas mais altas por causa de tarifa de telefone residencial (-0,80% para -0,21%), medicamentos em geral (1,57% para 2,67%), gasolina (-1,64% para -1,27%) e roupas (-0,73% para -0,43%), respectivamente.


O IPC-S mede semanalmente a inflação em sete capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Brasília.

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