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IPC-Fipe fecha abril com aumento de 0,61% com pressão dos alimentos

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) acelerou para 0,61% o fim de abril, puxada pelos alimentos. Na terceira quadrissemana de abril, o índice de preços subiu 0,56% e, no fechamento de março, 0,14%.


No acumulado do ano, o IPC-Fipe registra aumento de 0,99% e, em 12 meses, de 3,71%.


Da terceira prévia para a leitura final de abril, cinco das sete classes de despesas do IPC-Fipe registraram taxas mais altas. Alimentação saiu de 1,06% para 1,12% e respondeu por 0,27 ponto percentual da formação do indicador. Transportes passaram de queda de 0,16% para elevação de 0,16% e adicionaram mais 0,02 ponto percentual.


Outros avanços foram registrados em Saúde (de ,135% para 1,66%) e Educação (de 0,17% para 0,18%). Vestuário deixou recuo de 0,08% para queda de 0,02%.


Houve desaceleração em Habitação (de 0,55% para 0,44%), mas ainda assim esse grupo respondeu por 0,14 ponto percentual do IPC-Fipe, e em Despesas pessoais (de 0,51% para 0,48%).


O IPC-Fipe mede a inflação para famílias com renda de até dez salários mínimos que vivem na cidade de São Paulo.



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