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Juros futuros têm poucas variações com menor volume em 3 semanas

Na sessão mais fraca de negócios em três semanas, as taxas de DI tiveram oscilações moderadas, em sintonia com outros mercados no Brasil. A segunda-feira foi leve de notícias, o que acabou mantendo as atenções do mercado a eventos ao longo da semana, como o IPCA de abril, na quarta-feira.


Mais cedo, a pesquisa Focus mostrou aumento da projeção para o IPCA de 2018, que subiu de 4,30% para 4,39%. A alta veio após série de quatro semanas de queda. A notícia, porém, teve efeito limitado no mercado, uma vez que a estimativa segue abaixo do centro da meta, de 4,50%.


Segundo Paulo Celso Nepomuceno, da Coinvalores, a alta pode ter ocorrido conforme o mercado reduziu apostas no corte da meta de inflação de 2018. Esse debate ganhou força nos últimos meses no mercado, mas não teve o mesmo aval de membros do governo. Ao participar de evento em São Paulo no dia 18 de abril, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, foi claro ao dizer que o Conselho Monetário Nacional (CMN) vai se reunir em junho para definir a meta de inflação de 2019.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro de 2018 tinha taxa de 9,400% ao ano, ante 9,395% do ajuste anterior.O DI janeiro de 2019 ia a 9,260%, frente a 9,290% do ajuste de sexta-feira.


E o DI janeiro de 2021 marcava 9,940%, contra 9,950% do ajuste anterior.


Até as 16h36, pouco menos de 687 mil contratos de DI haviam sido negociados, o que coloca esta segunda-feira a caminho de se tornar a sessão de menor volume desde 17 de abril.

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