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IGP-DI cai 1,24% em abril e registra menor taxa desde janeiro de 1998

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou deflação de 1,24% em abril, após ter tido queda de 0,38% um mês antes, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV). É a menor taxa para o indicador desde o início da série disponibilizada pela FGV, em janeiro de 1998. A mediana das expectativas do boletim Focus, do Banco Central (BC), indicava queda de 0,77% no quarto mês de 2017.Em abril do calendário anterior, o IGP-DI tinha subido 0,36%.


Com o resultado de abril, o IGP-DI acumula deflação de 1,13% no ano e alta de 2,74% em 12 meses.


Entre os componentes que formam o indicador, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 1,96% em abril, após baixa de 0,78% no mês antecedente. Destaca-se a queda dos preços das matérias-primas, que saíram de decréscimo de 1,51% em março para baixa de 5,83% em abril, por causa principalmente do minério de ferro (3,41% para -9,53%), da mandioca (-5,06% para -12,20%) e da laranja (-1,97% para -15,13%). Já o índice relativo a Bens Finais subiu 0,39%, ante queda de 0,04% em março. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis para o consumo (-3,08% para -0,20%). O índice do grupo Bens Intermediários caiu 0,86%, seguindo declínio de 0,89% em março. A taxa menos negativa decorreu, sobretudo, do comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção (-3,05% para -1,70%).


No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) desacelerou para 0,12% em abril, vindo de uma alta de 0,47% em março. Das oito classes de despesa avaliadas, a maior contribuição partiu do grupo Habitação (1,10% para -0,69%), influenciado pela tarifa de eletricidade residencial (de 6,15% para -6,22%).


Reduziram o ritmo de altaDespesas Diversas (0,90% para 0,13%) eAlimentação (0,71% para 0,69%).Vestuário registrou uma mudança de rumo, deixando elevação de0,11% para queda de 0,47%. Também apresentou alteraçao na direção o grupoComunicação (-0,95% para 0,84%).


Educação, Leitura e Recreação acentuou a trajetória de baixa (-0,11% para -0,19%) enquanto Transportes diminuíram a queda (-0,30% para -0,14%). Subiram maisSaúde e Cuidados Pessoais (0,71% para 1,15%).


Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em abril, decréscimo de 0,02%, após elevação de 0,16%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços cedeu 0,05%. O custo da Mão de Obra não registrou variação.



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