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Balança comercial tem superávit de US$ 2,038 bi na 2º semana de maio

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 2,038 bilhões na segunda semana de maio, resultado de exportações no valor de US$ 4,714 bilhões e importações de US$ 2,676 bilhões, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).


No mês, as exportações somam US$ 8,294 bilhões e as importações são de US$ 5,261 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,033 bilhões. No ano, o superávit chega a US$ 24,403 bilhões, com exportações de US$ 76,433 bilhões e as importações de US$ 52,030 bilhões.


A média diária das exportações das duas primeiras semanas deste mês cresceu 10,2% sobre a média apurada no mês de maio de 2016. Já na comparação com a média diária de abril, houve queda de 6,2% nas exportações. Na comparação da segunda semana de maio com a primeira, as vendas externas subiram 5,4%.


No lado das importações, na comparação da média diária de maio de 2017 com maio de 2016, houve alta de 10,2%. Em relação a abril, as importações recuam 1,8%. E ante a primeira semana, a segunda semana de maio registrou queda de 17,2% nas importações.


Ante maio de 2016, a alta das exportações foi puxada pelo aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+18,2%, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, couros e peles, madeira serrada ou fendida), básicos (+13,3%, principalmente, de soja em grão, minério de ferro, milho em grão, minério de cobre, café em grão) e manufaturados (+2,8%, por causa de automóveis de passageiros, aviões, açúcar refinado, óleos combustíveis, laminados planos de ferro/aço).


Na comparação com abril, a queda de 6,2% nas exportações ocorreu em virtude da retração nas vendas de produtos básicos (-10,5%) e manufaturados (-4,8%), enquanto cresceram as vendas de produtos semimanufaturados cresceram 9,4%.


Do lado das importações, o aumento ante maio do ano passado deveu-se principalmente a bebidas e álcool (+230,7%), combustíveis e lubrificantes (+41,2%), siderúrgicos (+29,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+26,8%) e veículos automóveis e partes (+13,6%). Ante abril, a leve queda de 1,8% nas importações foi puxada pelo recuo em filamentos e fibras sintéticas (-15,0%), combustíveis e lubrificantes (-14,6%), equipamentos eletroeletrônicos (-9,1%), plásticos e obras (-7,7%) e equipamentos mecânicos (-2,3%).

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