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Mercado de ações volta a sofrer com crise política e Ibovespa cai

A bolsa de valores brasileira sofre por mais um pregão com as incertezas sobre o rumo da economia e da política do país após mais um capítulo da crise institucional provocada pela Operação Lava-Jato.


O Ibovespa recuava 2,19%, para 61.266 pontos, às 13h46.


A JBS tinha o pior desempenho do pregão, caindo 19,63%, para R$ 7, com as suspeitas de que a empresa tenha lucrado com operações financeiras na esteira da revelação da delação premiada dos seus executivos.


Enquanto Michel Temer (PMDB) se reúne com ministros e aliados para costurar apoio ao seu governo, os investidores aguardam a definição do Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira, sobre a continuidade da investigação do presidente até a Polícia Federal terminar a perícia da gravação da conversa entre o político e um dos donos da JBS, Joesley Batista.


Entre as empresas que dependem da demanda interna, o pior desempenho hoje é das construtoras. O Índice Imobiliário da B3 (novo nome da BM&FBovespa) despencava há pouco 6,26%, no pior desempenho entre sete grupos setoriais. A pior baixa no segmento é da Cyrela, que recuava 9,21%, para R$ 10,36.


Companhias que obtêm parte das suas receitas do exterior eram as únicas a subir, por conta da elevação da moeda americana. A produtora de papel e celulose Fibria ganhava 8,05%, a R$ 35,53.

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