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Ministro do Trabalho diz que empregadores são bem-intencionados



Os empresários não podem ser vistos como "mal-intencionados" ou gente que quer "chupar o sangue" dos trabalhadores, disse nesta sexta-feira (26) o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.


O ministro, que participou hoje doEncontro Nacional da Indústria da Construção (Enic),em Brasília, fez uma defesa da reforma trabalhista, apresentada pelo presidente Michel Temer e já aprovada na Câmara dos Deputados, que agora está em tramitação no Senado.


Segundo ele, o risco de "pejotização" dos trabalhadores será afastado por meio de portarias específicas que vão regulamentar a terceirização das relações trabalhistas. Ele afirmou que a permissão de terceirização das atividades-fim permitirá organizar os setores especializados dentro de cada cadeia econômica, mas cada setor será regulamentado por portarias a fim de evitar precarização do trabalho.


"Precisamos partir do princípio que o empreendedor brasileiro, aquele que gera emprego, não é mal intencionado. O empreendedor sabe como é importante ter o trabalho saudável, bem remunerado e feliz", disse Nogueira, durante painel do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic).


Mais forte


Nogueira disse que quem é contra a reforma trabalhista não consegue apontar um artigo que signifique perda de direitos previstos na Constituição.


Segundo ele, o objetivo da reforma é consolidar direitos e dar segurança jurídica aos contratos do trabalho."Não podemos permitir que a insegurança jurídica continue", disse Nogueira.


Para o ministro, o presidente Michel Temer vai sair "mais forte" da crise política atual.

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