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Venda de tablets no Brasil reduz ritmo de queda no 1º trimestre

Após dois anos seguidos de quedas de dois dígitos nas vendas, o mercado de tablets encolheu de forma mais lenta no Brasil no 1º trimestre. Segundo a empresa de pesquisa IDC, o recuo foi de 8% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 770 mil unidades. Em termos de receita, a queda foi de 28%, para R$ 370 milhões. Em 2015, o número de unidades vendidas havia caído 20%, para 1,7 milhão e, em 2016, 53%, para 836 mil.


"Nos últimos dois anos, o mercado de tablets caiu principalmente por conta da alta do dólar, do crescimento dos smartphones com telas maiores e da saída de muitos fabricantes do país. No primeiro trimestre deste ano, notamos um mercado mais estabilizado, com empresas atendendo bem a demanda que existe no setor infantil, por exemplo. Por isso, a queda foi bem menor do que a dos anos anteriores", disse Wellington La Falce, analista da IDC Brasil.


A queda de receita, segundo a IDC, é resultado da redução de preços praticada no 1º trimestre. A estratégia teve como objetivo estimular as vendas no período, que são, tradicionalmente, mais fracas. De acordo com La Falce, o preço médio entre janeiro e março ficou em R$ 485, contra R$ 615 um ano antes.


A estimativa da IDC é que serão vendidos 3,7 milhões de tablets em 2017, 7% a menos que em 2016. "A tendência é de que o mercado se estabilize e volte a apresentar números positivos no segundo semestre, com a chegada de datas importantes para o segmento como Dia das Crianças, Black Friday e Natal", disse La Falce.

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