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Retomada de obras vai ocorrer via capital privado, diz ministro do TCU

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler indicou um cenário pouco otimista para a retomada consistente dos investimentos públicos em obras "porque restrições orçamentárias devem persistir por algum tempo".


O foco da gestão pública, aponta o ministro do TCU, deve estar nas mais de 22 mil obras públicas paradas em todo o país. "Não há muito o que esperar das obras públicas, o que temos é que fazer planejamento para as obras paralisadas", pediu Zymler, que participou há pouco da mesa de abertura de seminário organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio, que tem como tema o investimento em obras públicas em período de crise econômica.


Na avaliação de Zymler, as administrações federal, estaduais e municipais devem analisar com precisão se a obra que está parada atualmente deve ser retomada e concluída, evitando novas perdas financeiras, ou se é melhor abandoná-la de uma vez por todas.


A saída da crise, diz o ministro do TCU, se dará por meio dos investimentos do setor privado. "A grande esperança brasileira está no capital privado. E esse talvez seja o melhor trabalho que o atual governo está fazendo", acredita Benjamin Zymler.


Entre os exemplos citados de investimentos destravados pelo governo federal está o último leilão de aeroportos, que permitiu a concessão de quatro terminais (Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza). Agora, afirma o ministro do TCU, a qualidade dos estudos técnicos supera o que era feito na gestão federal anterior e "há maior racionalidade na divisão de riscos".

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