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Setor de serviços no Brasil voltar a cair em maio, aponta Markit

A atividade do setor de serviços voltou a cair em maio, após ter registrado uma pequena expansão - pela primeira vez em 26 meses - no mês de abril, de acordo com o Índice Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). O indicador marcou 49,2, ante 50,3 no mês anterior, segundo a consultoria IHS Markit.


A Markit cita "incertezas políticas" como um dos fatores para a queda da atividade do setor.


O PMI agrega dados de encomendas, compra de insumos, venda, emprego e preços fornecidos por cerca de 350 empresas do setor de serviços.


Segundo a Markit, houve aumento nas novas encomendas ao setor de serviços, mas a um ritmo mais fraco. Os custos aumentaram pelo quarto mês seguido e, para reduzi-los, as empresas continuaram a demitir funcionários.


Combinados, o PMI dos serviços e o da indústria - divulgado na semana passada - formam o PMI Composto do setor privado brasileiro, que ficou estável em 50,4 em relação a abril. O PMI da indústria brasileira alcançou em maio o maior nível em 51 meses, ao passar de 50,1 para 52.


"É decepcionante ver o setor de serviços do Brasil de volta ao vermelho em maio. O aumento dos pedidos não foi suficiente para fazer com que as empresas aumentassem sua atividade e o nível de emprego sofreu novo baque. As empresas comentaram que fatores como as incertezas políticas influenciaram as decisões", afirmou, em nota, Pollyanna de Lima, economista da Markit e autora do relatório.

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