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Advogado de Dilma no TSE defende retirada de delações do processo

Ao chegar ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde será julgada a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer a partir da noite desta terça-feira, Flávio Caetano, advogado da ex-presidente, afirmou a jornalistas que a chapa é indivisível e que fatos posteriores à eleição de 2014, como o conteúdo das delações premiadas dos executivos da Odebrecht e de João Santana e Monica Moura, não devem ser considerados pelo magistrados da corte eleitoral.


"São fatos trazidos dois anos e três meses depois da eleição e que, em nossa avaliação, não tem relação com o que está sendo analisado pelos ministros do TSE", disse Caetano. "Os fatos tem que ter a mínima relação com a acusação e eles não tem. Depoimento de delator não pode ser usado como prova e não pode condenar", completou.


Ao ser questionado sobre a possibilidade de os ministros desvincularem as contas de Dilma e Temer, o advogado da petista afirmou que a chapa é única e indivisível.


Caetano negou que a crise política possa determinar a decisão dos ministros do TSE durante o julgamento. "Eles formam um tribunal técnico que está acostumado às pressões políticas".


Acompanhe o julgamento ao vivo:



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