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STF mantém prisão de sócio de Adriana Ancelmo

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou seguimento ao pedido de liberdade feito pela defesa do advogado Thiago de Aragão, ex-sócio da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, preso preventivamente em janeiro durante a Operação Eficiência. O placar foi de 3 votos a 2.


O relator da ação, ministro Gilmar Mendes, saiu vencido no julgamento, acompanhado apenas pelo ministro Dias Toffoli. A divergência aberta por Ricardo Lewandowski formou maioria com os votos de Edson Fachin e Celso de Mello - de acordo com os ministros, o Supremo não pode julgar habeas corpus quando há outro pendente de avaliação pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).


Aragão foi preso em janeiro pela Polícia Federal (PF) por participação no esquema de corrupção envolvendo o ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Segundo as investigações, ele recebeu R$ 1 milhão de propina em dinheiro vivo, dispostos em malas, em nome de Adriana Ancelmo, mulher de Cabral. Todos estão presos - ela, em regime domiciliar.

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