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IGP-DI cai 0,51% em maio e tem menor taxa para o mês desde 2003

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,51% em maio, registrando a taxa mais baixa para o mês desde 2003, quando recuou 0,67%,informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).Em abril, porém, o indicador teve decréscimo mais acentuado, de 1,24%.


A queda foi também superior àquela esperada pelos analistas de mercado, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC), de 0,36%. Em maio de 2016, o IGP-DI subiu 1,13%.


No ano, por ora, o índice acumulada decréscimo de 1,63% e, em 12 meses, alta de 1,07%.


De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) saiu de baixa de 1,96% em abril para um recuo menor em maio, de 1,10%. Os produtos agropecuários passaram de redução de 4,10% para declínio de 0,72%, mas os produtos industriais aceleraram o ritmo de baixa, de 1,19% para 1,24%. Influencionaram no resultado do IPA os itens soja em grão (-7,94% para +5,86%), farelo de soja (de -6,71% para +7,36%) e feijão (de -3,40% para +26,48%). Por outro lado, o minério de ferro acelerou a queda de 9,53% em abril para baixa de 19,11% em maio.


No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou de 0,12% para 0,52% de abril para maio, com cinco de suas oito classes de despesa registrando taxas mais altas. A maior contribuição partiu do grupo Habitação (-0,69% para 1,71%), puxado pela tarifa de eletricidade residencial (de -6,22% para 10,88%).


Também foram para o campo positivo Vestuário (-0,47% para 0,70%) e Transportes (-0,14% para 0,08%), enquanto subiram mais Despesas Diversas (0,13% para 0,48%) e registraram abrandamento no ritmo de baixa Educação, Leitura e Recreação (-0,19% para -0,08%). Esses grupos sentiram o impacto de roupas (-0,43% para 0,93%), gasolina (-1,27% para 0,01%), tarifa postal (0,00% para 6,32%) e salas de espetáculo (-1,23% para 0,95%), respectivamente.


Em contrapartida, Alimentação foi de elevação de 0,69% para decréscimo de 0,26%). Tiveram altas mais modestas Saúde e Cuidados Pessoais (1,15% para 0,75%) e Comunicação (0,84% para 0,28%). Essas classes de despesas foram influencidas por hortaliças e legumes (14,01% para -2,49%), medicamentos em geral (2,67% para 1,06%) e tarifa de telefone móvel (0,61% para 0,32%), nesta ordem.


O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) deixou queda de 0,02% em abril para aumento de 0,63% um mês depois. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços ficou estável e aquele que representa o custo da Mão de Obra subiu 1,16%.


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