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Dólar sobe no dia, mas termina semana em queda

Na semana em que investidores viram renovadas suas esperanças de reformas, o dólar completou a sexta semana consecutiva de baixa frente ao real. A queda no período foi modesta, de 0,26%, limitada pela alta desta sexta-feira. Mas, de toda forma, indica que o mercado seguiu embutindo menos riscos ao preço do câmbio, diante da melhora da percepção local.


Em seis semanas de baixa, o dólar perdeu 6,36%. É a série mais longa desde a interrompida em meados de fevereiro, ao fim da qual o dólar caiu por nove semanas.


A depender pelo menos do exterior, o UBS ainda vê probabilidade de o real se apreciar. O banco espera taxa de câmbio de 2,90 por dólar, o que equivale a alta de 7,8% do real até o fim de dezembro.


"Vemos aumento na demanda global por risco e depreciação do dólar frente a divisas emergentes, incluindo o real", afirma a instituição em nota.


No fechamento desta sexta-feira, o dólar comercial subiu 0,42%, a R$ 3,1260. O movimento foi lastreado pelo exterior, onde a moeda americana também ganhou força na esteira de dados mais robustos de emprego nos EUA, que mantêm no radar possibilidade de aumento de juros pelo Federal Reserve (Fed, BC americano).


No mercado futuro, em que os negócios se encerram às 18h, o dólar para setembro tinha alta de 0,59%, a R$ 3,1480.


A moeda ainda oscila em patamares vistos pela última vez antes do revés político ao presidente Temer ocorrido em meados de maio.

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