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Índice de preços da baixa renda muda de direção e sobe 0,31% em julho

A inflação percebida pelas famílias de baixa renda, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 ficou em 0,31%, informou a Fundação Getulio Vargas. Em junho, o indicador havia caído 0,45%. Com o resultado do sétimo mês de 2017, o indicador acumula alta de 1,84% no ano e de 2,40% em 12 meses.


O avanço do IPC-C1 ? que mede a variação dos custos em famílias com até 2,5 salários ? ficou abaixo do IPC-Br (renda familiar de até 10 salários), que aumentou 0,38% em julho e acumulou elevação de 2,19% no ano e de 3,45% em 12 meses.


Das oito classes de despesa do IPC-C1, Habitação mudou de rumo, indo de queda de 0,96% em junho para acréscimo de 1,36% um mês depois. O mesmo movimento foi visto emtransportes (-0,39% para 0,06%), comunicação (-0,07% para 0,40%). Subiram maisdespesas diversas (0,20% para 0,30%) e educação, leitura e recreação (0,21% para 0,31%).Por sua vez, alimentação reduziu o ritmo de queda (-0,78% para -0,36%),


Ainda na passagem de junho para julho, vestuário deixou aumento de 0,93% para declínio de 0,01% e saúde e cuidados pessoais foram de alta de 0,39% para expansão de 0,14%.




Individualmente, os preços que mais pressionaram o indicador foram tarifa de eletricidade residencial (-7,05% para 6,50%), hortaliças e legumes (-7,61% para -0,77%) e gasolina (-3,05% para 2,96%).

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